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sexta-feira, abril 29th, 2011

Ornamentos Egípcios

Eu sempre fui muito apaixonada por antigas civilizações, e através dessa paixão veio a minha vontade de estudar mais sobre suas culturas, arquitetura, e arte. A arte no antigo Egito é muito peculiar, mas também é facilmente reconhecida pela sua forma de retratar o homem, a perspectiva, os ornamentos, mas por trás de tantos desenhos existe uma infinidade de simbologia, que muitas vezes passam desapercebidas e muitas ainda são um grande mistério.

Pelo fato dos egípcios se comunicarem através de hieróglifos, eles tinham o dom de criar simbolos que para os estudantes de design e profissionais é muito mais que uma aula de “história da arte”, mas não é apenas de simbolos nas paredes de templo que é feita a arte no antigo Egito. Sua forma de representar a divindade, a vida cotidiana, os guerras, e oferendas estão em todos os lugares, desde o tecido da roupa de um camponês, até a a colher de um faraó.

A civilização do Egito existiu a mais de 4 mil anos a.C. e até hoje existem mistérios e lugares a serem escavados, e uma infinidade de objetos de arte que foram conservados até hoje para nossa admiração. O ornamento egípcio é dividido em 3 partes. Uma é construtiva, ou seja, faz parte do monumento em si, como por exemplo as colunas do templo de Karnac. Uma representativa, como os murais com imagens simbólicas e hieróglifos e a outra apenas decorativa.

A parte representativa dos ornamentos egípcios são ligadas as tarefas habituais desse povo. Eles representavam em suas colunas cenas da vida cotidiana, suas oferendas aos deuses, e mesmo que tivesse uma flor desenhada, tinha uma simbologia para explicar o que significa essa flor, não apenas como um objeto, mas como uma representação de uma ação.

Os egipcios criaram em seus desenhos humanos a lei da frontalidade, ou seja, o tronco é a unica parte vista de frente na gravura, enquanto a cabeça, olhos, pernas e pés estão de perfil.Quando homens comuns são retratados perto de divindades como o faraó, seus olhos são pintados para os lados, e não para a frente, uma vez que a figura sagrada do deus não poderia ser encarada de frente.

Na parte decorativa, em suas tecelagens, os egipcios nunca iam alem dos padrões geométricos, talvez por eles utilizarem esses padrões como algo acessível as massas, já que para os egípcios a arte não tinha o mesmo significado para nós ocidentais, para eles, aqueles adornos e ornamentos faziam parte do uso diário, e todas tinham funções seja como os objetos (vasos, tecidos, ferramentas, etc.), ou como contexto religioso, como artigos para funerais e oferendas.

Para as cores, eram usadas primeiramente o azul, vermelho e amarelo, com a adição do preto e branco para criar variações. O verde foi mais tarde usado mais para a representação de plantas,lótus e papíro e mais tardário veio a adição do marrom.

A representação de seus ornamentos estavam muito ligadas a flor de lótus e o papíro, que para os egípcios representavam o alimento para o corpo e para a alma, já que ambas plantas crescem nas margens do rio, e também utilizavam penas de aves raras como gravuras nos emblemas dos faraós, pois indicava soberania.

O interessante é que a parte decorativa da arte do antigo Egito me atrai bastante pois ela ressalta o que é de tão belo nas gravuras. Imagine um templo cheio de gravuras, sem os padrões criados pelos egípcios, não teria menor graça. Esses padrões são utilizados em tudo quanto é lugar, nos muros dos templos, nas colunas, nos tumulos, vasos, tecidos, nas gravuras, ou seja, apesar de ser indiferente quando olhamos o todo, são esses ornamentos decorativos que trazem a verdadeira essência para a arte Egípcia.

Lógico que em um post não dá para resumir tudo que se tem sobre a arte no egito, precisaria de um único blog para ele, mas pretendo dar continuidade a esse tópico futuramente :)
Segue abaixo algumas imagens desses padrões.

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sexta-feira, abril 29th, 2011

Imagem em alta, vetores, ai, psd, hein???

Bom, vou falar agora de alguns problemas que eu enfrentei e sei que muitos enfrentam e vão enfrentar nessa profissão : Imagem em baixa resolução para impressos.

Sei que muitos devem notar que ao solicitar ao cliente o logo de sua empresa em alta ou imagens de seus produtos para colocar em seus catalogos, folders, etc. , a maioria não sabe o que é imagem em alta resolução e na verdade, não é obrigação do cliente saber. Mas ao mesmo tempo, quando tocamos essa assunto aos atendimentos das agências também enfrentamos esse mesmo problema, pois alguns deles não tem idéia da diferença entre imagem em baixa ou em alta – bom isso já aconteceu várias vezes comigo, espero que isso seja uma raridade.

Vamos tomar um exemplo básico: O cliente tem um site, tirou as fotos de seus produtos para inserir neste, e depois de um belo tempo, ele não tem idéia onde guardou essas fotos ou se as possui. Chega um dia ele pede para uma agência criar um catálogo de produtos de sua empresa com fotos. Digamos que a verba é pequena, e ele não quer contratar um fotógrafo para tirar fotos dos produtos então ele encaminha para o atendimento o link do site para colocar em seu catálogo e retirar as fotos de lá. A criação entra no link e depara com várias imagens do tamanho 250×300 em 72 dpis, o que significa, imagem em baixa para impressão.

Agora explicando melhor o que seria essa dpi. O monitor do computador é configurado para visualizar 72 dpis (dots per inch = pontos por polegadas). A internet foi feita para ser visualizada em monitores – é claro que hoje em dia acessamos via celulares, playstation, etc. – então as imagens ficam nítidas numa resolução como essa. Porém em impressão essa resolução é extremamente baixa porque normalmente utilizamos no mínimo 300 dpis para impressos em geral, chegando as vezes até 1200, 2400 dpis em casos extremos.

Outra escolha para utilização de imagens com 72 dpis para internet é que essas imagens ficam leves para serem carregadas, o tamanho delas é extremamente reduzido para que elas sejam acessíveis a pessoas que utilizam de vários tipos de conexões.

Se você utiliza uma imagem com baixa dpi e insere num documento de alta dpi, o que vai acontecer é que a imagem vai ficar extremamente pequena no documento – ainda mais num caso que ela tem 250 x 300 pixels de dimensão, não basta usar a opção de redimensionar do programa, se você faz isso os pontos dessa imagem que estavam configurados para ter 72 estouram e a sua imagem ficaria como um mosaico, cheia de quadradinhos e perderia a definição.

Na imagem acima segue um exemplo da diferença de uma imagem de alta resolução e uma de baixa resoluçao esticada para inserir em um layout de impressão – esse exemplo é com uma imagem de 72dpis, mas imagine que seria assim que ficaria ao inserir uma imagem numa folha A4. A primeira seria uma imagem em alta com 300dpis, ficaria visivel na sua impressao, já a segunda seria uma imagem retirada da internet , que foi esticada para atingir um tamanho de visibilidade na folha A4.

O problema que normalmente enfrentamos é que as imagens em baixa inseridas no layout provavelmente acabariam com este, deixando o layout com aspecto sujo, sem qualidade, e com isso estragaria a imagem que o produto passaria ao consumidor.

A solução para um caso desse seria fotografar novamente os produtos, ou ter acesso aos arquivos originais que foram enviados para colocar no site, lembrando que mesmo que essas fotos existam, elas devem estar em alta e com um tamanho ideal para poder utiliza-las.

Outro problema comum é o envio de jpg do logo para inserção em sites e impressos.

A maioria dos logos foram criados em programas vetoriais ou seja, eles utilizam processos matemáticos para a criação de linhas e curvas , poligonos, elipses, textos, etc. onde eles podem ser ampliados infinitamente sem perder a qualidade final. Além disso, os programas vetoriais podem trabalhar melhor numa criação de logo por sua versatilidade devido as curvas de Bézier onde cada ponto do vetor tem um nó e este pode ser manipulado como uma linha elástica, criando formas.

Quando você insere uma imagem em jpg você transformou esse logo de curvas em imagem ou seja, você capturou o formato final como um “print screen” que você dá em sua tela. E com isso o fundo, por exemplo se for branco, vai ser capturado tb. Imagine q o logo é uma pequena imagem em jpg com um fundo branco e o lugar onde ele vai ser inserido tem um fundo laranja. Ao tentar retirar o branco do fundo do logo ele vai criar serrinhas (alias), e essas serras vao dar a impressão do mesmo problema acima mostrado, um monte de quadradinho ao redor do logo.
Em certos casos, é possivel retirar sem ter q detonar o logo, mas imagine que se for em uma impressao, teria o mesmo problema das imagens, ficaria em baixa e com isso criaria esses quadrados da mesma forma.

Normalmente quando se pede arquivos de logo em alta o interessante seria entrar em contato com a empresa que fez o logo e pedir a cópia aberta e vetorial deste. Os programas que normalmente são trabalhados para construção desse material ficam entre illustrator e corel draw.
Existem alguns designers que gostam de criar logos em Photoshop, mas sempre é preciso tomar cuidado em fazer esse trabalho em alta, pois um dia ele poderar ser usado em um banner de 5 metros e só mesmo o vetor que dá a possibilidade de ampliar nesse formato sem perder a resolução.

Com algumas observações para finalizar. Imagens jpg não possuem transparência. As imagens transparentes se limitam a gif e png (imagens fechadas) . Arquivos PSD podem ser salvos com transparencia porem na hora de exportar a imagem deve selecionar um desses formatos para utiliza-la em seu site. Outro formato que pode ser enviado e no caso de não ter nenhum dos logos em photoshop ou illustrator/corel é o EPS, pois ele pode ser usado para armazenar gráficos (i.e., vetores), imagens raster (bitmap) ou ambos.

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sexta-feira, abril 29th, 2011

Lógica x Intuição no Design para Web

De uns anos para cá, tenho visto muitas empresas procurando designers que precisam entender de todas as ferramentas gráficas, fazer animação, programar em action Script, saber php, asp, joomla, tableless, css, java script, wordpress, joomla, e se souber 3d seria um grande diferencial.
Ok, isso é o sonho para qualquer empresa contratar um funcionário com tantas habilidades, mas será que o investimento é correto?
Eu sempre penso “cada macaco no seu galho”. Misturar pessoas com conhecimentos diferenciados e ser um multi-tarefa, nem sempre é a solução mais criativa para sua agência ou para o cliente. Ás vezes por questões financeiras eles acabam contratando uma pessoa ao invés de 2 ou 3 para economizar no orçamento da empresa, porém mais para frente vão ver que investir em pessoas com habilidades diferentes vai trazer um retorno maior e atingir o resultado maior a longo prazo.

Digamos que o Designer é uma pessoa que pensa com lado direito do cérebro, ele tem o emocional mais aguçado, a intuição fala mais alta, ele tem bom senso estético, tem que saber sobre cores, tipologias, tem q pesquisar sobre as tendências, ver muitos sites, estar sempre lendo sobre novas ferramentas, sobre linguagens do design, entender sobre arte, ser uma pessoa que tenha curiosidade de testar novos estilos visuais, é o lado das pessoas autenticas, não-linear, subjetivo, utiliza o conhecimento de maneira livre, múltipla, holística e divergente.

Jás os programadores são pessoas que pensam com o lado esquerdo do cérebro. Eles tem o raciocinio lógico, seguro, se situam mais no tempo/espaço. Por terem tarefas como resolver problemas na hora de programar, eles tb tem q estudar bastante, pesquisar novas formas linguagens de programação, conhecer as ferramentas, códigos, saber qual é a melhor forma que ele resolveria um quebra-cabeça, como fazer funcionar. Por ser racional e crítico, o lado esquerdo do cérebro não se aventura a criar, inventar, sonhar. Prefere a segurança do conhecido, do lógico, é linear, objetivo, usa o conhecimento de forma dirigida, seqüencial, analítica, convergente.

Lógico que todos nós acessamos uma parte do outro lado do cérebro. Não é pq o lado direito é intuitivo e aventureiro que ele nunca vai se arriscar a ter um pouco do pé no chão. Tb não é por isso que o lado esquerdo que é mais logico, não vai ter soluções criativas para resolver uma questão. Todos acessamos em partes ambos os lados, mas cada um tem um acesso mais focado em uma parte do que a outra.

É como ter duas mãos e só usar uma, ninguém faz isso. A pessoa pode ser destra, ela escreve com a mão direita, mas pode muito bem pegar um copo com a mão esquerda. Aquilo não fica apenas lá de enfeite, tem utilidade, como master e slave no boot. Enquanto o master carrega o sistema operacional, o slave tá la, tem acesso, mas ele não tem o poder de mandar no sistema.

Agora pegue esses dois lados e jogue numa pessoa… ok, virou um gênio? Não… virou um frankstein. O layout não vai ser sair tao bom numa pessoa que tem o lado racional ativado, assim como a programação vai demorar muito mais tempo para pessoas que tem o lado intuitivo como primário.

Ou seja o tempo que uma pessoa sozinha faz para criar e programar, pode ser o mesmo que duas possam fazer, porém a qualidade não será superior em relação a duas pessoas que podem fazer cada serviço de formas isoladas.

Lógico, hoje em dia vimos pessoas com bom senso estético e que programam tb, elas sabem ativar as duas partes do cérebro de forma equilibrada, porém com o tempo elas não vao otimizar mais um lado q o outro, e acabam se limitando. Com o tempo, ganhamos experiência, resolvemos problemas com mais facilidades que anteriormente, adquirimos novas habilidades, mas se centrarmos esse tempo para uma só área, seja design ou seja programação, a qualidade para uma dessas áreas vai estar cada vez mais ativa, e com isso a empresa vai ganhar um excelente profissional que saiba fazer a sua proposta de maneira bem feita.

Para um designer de web é importante ter noções de programação, até para ele saber o que é possivel ou não numa criação, para ajudar o programador a trabalhar melhor no layout, para ajudar na arquitetura das informações, assim como para um programador, é importante ter noções de design, para ajuda-lo a otimizar a construção do layout, e deixa-lo perfeitamente igual ao que foi enviado ao cliente, sem ignorar os espaçamentos do layout ou as formatações de texto, entre outras coisas. E assim cada um ativa um pouco do lado oposto do cérebro, sem ter q se desdobrar em dois.

Por diversas vezes eu já me sentei na frente do computador disposta a programar, peguei tutoriais, quebrei a cabeça, aprendi um pouco, e vou te falar, isso não me atraiu nenhum pouquinho, não me deu prazer, não me senti satisfeita em fazer isso, então pq iria me meter as caras de ser uma faz tudo, sendo que eu sei q se fosse uma seria completa, mas limitada e infeliz?

Com tantos bons profissionais no mercado, não seria melhor pegar um de cada e ter a chance de fazer com que seu negócio desse muito mais certo se fosse focado diretamente em cada área?
O mundo talvez seria perfeito se todos fossem ótimos em tudo, mas realmente não da para ser médico e engenheiro ao mesmo tempo, não da para levantar um prédio sozinho e depois decora-lo, não dá para cozinhar e construir fogões, assim como não da para ter o pé no chão e ter a mente livre ao mesmo tempo. Realmente eu acho, cada macaco no seu galho.

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quarta-feira, fevereiro 16th, 2011

Curso: Inovação em Storytelling

ATENÇÃO NOVAS DATAS!!!!

INTENSIVO EM JANEIRO http://www.espm.br/inovacao/curso.asp?cursoID=62

EXTENSIVO MARÇO-ABRIL http://www.espm.br/inovacao/curso.asp?cursoID=47


Inovação em Storytelling: do branded content à transmídia

Objetivos
O mercado de comunicação no Brasil e no mundo está redescobrindo a utilização de storytelling como técnica de comunicação que entretêm, emociona e transmite mensagens de forma altamente eficaz. Mas afinal, o que é storytelling? E como essa inovação pode ajudar a espalhar uma idéia, construir uma marca ou alavancar vendas?

Este curso visa jogar uma luz mais apurada sobre o assunto, abordando desde a utilização de product placement (ou merchandising) nos primórdios da publicidade, até a inovação das narrativas transmidiáticas nos dias de hoje, pegando carona nas infinitas possibilidades da convergência de meios.

Ao longo das aulas as intersecções entre comunicação e storytelling serão exploradas por diversas óticas, como as da neurociência, antropologia, criação literária e modelos de negócio que misturam produção de conteúdo com propaganda.

Acima de tudo, esse é um curso sobre como storytelling pode facilitar o entendimento e troca de conhecimento entre pessoas físicas e jurídicas.

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terça-feira, julho 13th, 2010

Com que cor eu vou?

Na hora de criar um layout ou decidir para a criação de uma marca, deparamos com a escolha das cores que por incrível que seja, influência e muito na imagem que você quer passar.
Imagine que você tem um filho, sobrinho, etc… e você vai numa loja de brinquedo para comprar um presente, é uma criança de 4 anos de idade, do sexo feminino. Você entra na loja e ela está recheada de logos coloridos, formas arredondadas, coisas brilhantes, e ai lá no canto da loja você encontra uma bonequinha indicada para 6 anos de idade com o nome “Cris, a garota feliz!”…
O logo dessa bonequinha é azul marinho com roxo e preto; a caixa tem uma aplicação de estrelinhas em uma azul mais claro, mas ela é praticamente inteira de um azul escuro. Por mais que a bonequinha lá dentro pareça feliz, ela está praticamente enterrada em um caixão mórbido e sombrio. A Cris que parecia feliz, na verdade passa a sensação de uma marcha fúnebre.
Esse foi um exemplo infeliz, lógico que isso não acontece, mas já parou para pensar que muitas marcas acabam passando a idéia de uma coisa e na realidade ela é outra, e as vezes simplesmente foi as escolhas erradas de cores na hora de construir a marca e sua identidade.

Assim como a escolha das cores do logo é complicado, muitas vezes o cliente já vem com uma cor em mente, que nem sempre passa aquela sensação que a marca deveria passar, e o papel do designer nessa hora é alerta-lo que a cor escolhida talvez não seja a melhor para a criação desta.

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terça-feira, junho 22nd, 2010

Nosso cantinho de pensamentos e idéias

Aqui nessa área do blog iremos postar com o tempo algumas de nossas ilustrações, materias interessantes que achamos sobre design, um pouco sobre nossa experiência, para todos conhecerem um pouquinho mais sobre os nossos trabalhos fora do nosso portfólio.

Fiquem ligados que em breve estaremos colocando novos posts para você! =)

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